Promoção de iscas para a pesca de black bass na nossa loja virtual Tralhas & Pesca.
Já está disponível o primeiro lote da nossa promoção de iscas para pesca de black bass. São softs da marca Gary Yamamoto com 40% de desconto e você ainda pode pagar parcelado no cartão de crédito.
Russell Easton, de 42, fotógrafo profissional, escapou de ser mordido, ou até mesmo de perder a vida, quando clicava um tubarão tigre, considerado um dos mais perigosos, nas Bahamas. Enquanto registrava de perto as imagens do animal, ele foi surpreendido ao perceber que o tubarão estava bem próximo a ele e com boca escancarada.
"Eu estava olhando através do visor da câmera quando, de repente, vi a boca enorme e dentes do tubarão. Foi só por causa da câmera que não fui mordido. Os tubarões usam a boca como nós usamos nossas mãos. E ele tinha a dele prestes a me morder”, disse ao site “Mail Online”.
Refeito do susto, Russell Easton pôde festejar a foto da boca do perigoso tubarão.
No dia 13 de outubro de 2011 o garoto Zach Erbacher pescou este Black bass alaranjado. Um feito como este podemos dizer que acontece na proporção de 1 para alguns milhões.
Está chegando a hora!! Grandes exemplares já foram pescados, inclusive com medidas acima do recorde brasileiro.
Será no dia 10 e 11/02 a final do II Campeonato Ciclo das Estações de Pesca ao Black Bass, categoria embarcada e de barranco.
Mesmo que você não tenha participado das etapas passadas você é nosso convidado para participar deste evento que, com toda a certeza, é um dos melhores locais para se pescar black bass no Brasil.
Entre em contato conosco através do e-mail: contato@tralhasepesca.com.br ou se preferir pode nos ligar no número (46) 3262 6551. Vagas limitadíssimas, pois a preferência é dos competidores que inscreveram-se nas etapas passadas.
Veja abaixo alguns dos exemplares pescados no local (das imagens abaixo somente a última o bass não foi pescado durante o campeonato, mas no mesmo local onde o realizamos):
Descoberto polvo e lula que conseguem ficar invisíveis
Um novo estudo descobriu que duas espécies oceânicas de cefalópodes – um polvo e uma lula – podem ir do transparente ao opaco em um piscar de olhos.
A impressionante camuflagem é uma adaptação que mantém os animais a salvo de dois diferentes predadores. Os primeiros são criaturas de águas profundas, que caçam procurando silhuetas na fraca luz das profundezas. Os segundos são peixes que usam luzes biológicas para caçar – a bioluminescência, que ilumina o próprio corpo.
Para evitar ser encontrado pela silhueta, ele fica transparente, afirma a pesquisadora Sarah Zylinski. Mas quando uma luz bioluminescente atravessa uma superfície transparente, o efeito é parecido com uma lanterna em uma vidraça: muito refletido, muito óbvio.
“Estar pigmentado é a melhor estratégia nesse momento”, comenta Zylinki. As espécies do polvo e lula essencialmente têm o melhor de ambas as estratégias. “Estar apto para mudar rapidamente permite uma boa camuflagem”.
Muitos polvos, lulas e outros cefalópodes têm a habilidade de mudar de cor. Alguns polvos até imitam o formato de vários peixes e seres do mar.
Mas todos são criaturas de águas rasas. Zylinski e seus colegas tentaram procurar essas espécies no fundo, com animais que vivem entre 600 e 1000 metros abaixo da superfície, onde há pouca luz.
Em barcos de pesquisa no Mar de Cortez e no fosso entre o Peru e o Chile, Zylinski esperou arrastões com redes profundas trazerem os animais. Elas foram levantadas em velocidades muito lentas, para que as alterações na pressão e na luz não fossem muito abruptas.
“É um pouco como o natal, porque você nunca sabe o que vai ganhar”, ela comentou. “Algumas vezes o presente é bom, outras não”.
Quando Zylinski conseguiu “pescar” um cefalópode, ela rapidamente moveu os animais da rede para um ambiente escuro e fresco, para que não fossem expostos à luz. Ela então tentou vários métodos para estimular mudanças de cores.
Ela sabia que a bioluminescência é uma importante ferramenta de caça nas profundezas, então imaginou que alguns animais talvez possuíssem maneiras de evitar a luz. Ela apontou luzes de LED similares à bioluminescência em duas espécies, o polvo Japetella heathi, de 7,6 centímetros, e a lula Onychoteuthis banksii, de 12,7 centímetros, que mudaram instantaneamente de transparentes para vermelho opaco.
“A velocidade do processo é incrível”, comenta Zylinski.
Os animais conseguem a façanha porque suas células epidérmicas estão sobre controle neural. Ele vê um raio de luz e o estímulo visual libera pigmentos. Quando a luz cessa, o pigmento some, deixando o cefalópode transparente, exceto pelos olhos e tripas.
Nem todos os cefalópodes de grandes profundidades possuem a habilidade de modificar sua aparência.
Alguns desenvolvem outros métodos, como ser altamente refletores, para que a luz do ambiente esconda sua presença. Outros criam sua própria bioluminescência de acordo com a luminosidade que chega ao fundo, imitando a luz solar.
Zylinski agora planeja estudar como os pigmentos do polvo mudam com o tempo. Ela comenta que espécies jovens e menores vivem mais perto da superfície, contando mais com a transparência. Já para os mais maduros, em águas profundas, onde a bioluminescência é comum, é importante a presença do pigmento, para que possam ser mais opacos.
O parasita de peixe conhecido como Cymothoa exigua é uma das 382 espécies de “piolho” conhecidas por se grudar na língua dos peixes após entrar pelas guelras. Uma vez lá, os parasitas se alimentam do peixe, comendo sua carne e se alimentando do suprimento sanguíneo.
Os parasitas adultos podem atingir até quatro centímetros, e são mais comuns na costa da Califórnia. Eles não apresentam perigo aos humanos, mas um deles vivo pode dar uma boa beliscada com suas garras, também usadas para grudar na língua do peixe.
Meu nome é Rubens, sou proprietário da loja Tralhas & Pesca inaugurada no dia 05/12/2008 na cidade de Palmas - Pr. Contatos podem ser feitos pelo fone 46 32626551 ou email contato@tralhasepesca.com.br.